domingo, dezembro 04, 2016

A Luta 04.12.16




sábado, dezembro 03, 2016

A Luta 03.12.16

Explode a luta popular na Coreia do Sul 03.12.16






sexta-feira, dezembro 02, 2016

A Luta 02.12.16


quinta-feira, dezembro 01, 2016

A Luta 01.12.16

"Chancelaria da Suécia demonstra medo crescente das armas nucleares russas" 01.12.16

O medo paranoico da Suécia em relação à Rússia não é novidade. Recentemente, a chancelaria sueca descobriu documentos internos que revelam o medo infundado das armas nucleares russas.As armas nucleares da Rússia foram qualificadas como extremamente alarmantes para a segurança da Suécia e de seus vizinhos. É o que revela o tabloide Aftonbladet, que teve acesso à documentação da chancelaria do país.Os documentos se referem a armas nucleares russas como sinal alarmante de reforço de segurança nos Países Bálticos, junto com a retórica "agressiva" da Rússia.Destaca-se que a Suécia continuará envolvida no processo de desarmamento. Conforme os documentos do ministério, os países que possuem armas nucleares, devem reduzir os níveis de prontidão dos seus arsenais. Embora os documentos vazados avaliem o risco de ataque nuclear contra a Suécia como extremamente baixo, eles não descartam por completo eventuais crises e incidentes ligados ao uso de força militar. Os materiais da chancelaria sueca aconselham se abstiver da escalação retórica referente aos Países Bálticos onde a guerra das palavras poderia aumentar receios sociais."É muito interessante. A Europa Ocidental é muito vulnerável à pressão nuclear por parte de Putin, embora poucos governos do Ocidente tenham levantado esse assunto a nível publico", opinou ao Aftonbladet Tomas Ries, pesquisador do Colégio Nacional de Defesa da Suécia.Segundo ele, a Rússia modernizou seu arsenal nuclear várias vezes desde o final dos anos 90. Ries destaca que a Suécia receia mais a Frota do Báltico russa, pois alguns dos seus navios são capazes de levar armas nucleares."É por isso que a Suécia vai fortalecer a nossa cooperação internacional, destinando mais recursos à defesa nacional", informou Pezhman Firvin, assessor de imprensa do chanceler sueco, Margot Wallstrom. A fictícia "ameaça" russa tem sido usada como pretexto pelas Forças Armadas suecas para recebimento de mais verbas para a área militar. Até o momento, a lista desejada de armas da Suécia inclui caças Gripen E, novos submarinos, mísseis de cruzeiro, novos radares, veículos de combate etc.

quarta-feira, novembro 30, 2016

A Luta 30.11.16

"A guerra do ocidente à verdade" 30.11.16

"A guerra do ocidente à verdade"

"Notícia da venda dos navios Mistral à Rússia vem de fontes secretas polonesas" 30.11.16

As informações referentes à transação dos porta-helicópteros Mistral entre o Egito e a Rússia foram obtidas de umas 'fontes confidenciais', informou o Ministério da Defesa da Polônia em comunicado assinado pelo vice-ministro da Defesa Bartosz Kownacki.Em outubro, o ministro da Defesa polonês Antoni Macierewicz anunciou que o Egito vendeu os Mistral à Rússia pelo preço simbólico de um dólar. A mídia polonesa tinha dúvidas quanto a essa notícia e descobriu que informações semelhantes figuravam na mídia social em 2015.A informação sobre a compra e venda dos Mistral foi desmentida pela Embaixada do Egito em Moscou e pelo Ministério da Defesa da Rússia. Por seu turno, o porta-voz do presidente russo Dmitry Peskov qualificou de absurdos tais informações.O contrato para fornecimento de dois porta-helicópteros Mistral à Rússia, no valor de 1,2 bilhões de euros, foi firmado em 2011 pela empresa francesa DCNS/STX e a estatal russa Rosoboronexport.A Rússia devia ter recebido dois porta-helicópteros Mistral conforme o contrato assinado com a França em 2011. Entretanto, por causa dos acontecimentos na Ucrânia e das sanções contra a Rússia, o presidente François Hollande decidiu suspender o contrato e, em agosto de 2015, Moscou e Paris cancelaram o acordo. No final de setembro de 2015, Hollande assinou um acordo com o presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi sobre a venda dos Mistral ao Egito.

explode a luta popular na índia 30.11.16





"EUA equipam Polônia com mísseis de cruzeiro" 30.11.16

O Departamento de Estado dos EUA concordou em entregar à Polônia mísseis de cruzeiro da classe "ar-superfície" JASM-ER para equipar os aviões F-16, informa a agência de notícias polonesa RAP.Segundo informações da Agência Americana para Cooperação de Defesa e Segurança, a que se refere agência polonesa RAP, se trata da entrega de 70 mísseis de combate e oito unidades para ensaios, bem como aparelhos de treino. Contudo, de acordo com dados não oficiais, a Polônia pretende comprar apenas 40 mísseis."Até o fim do ano este acordo será assinado", declarou o general Adam Duda, chefe da inspeção de armamentos do Ministério da Defesa polonês.De acordo com Duda, o Departamento de Estado norte-americano enviou a notificação ao Congresso dos EUA, que têm 14 dias para examiná-la.Na Agência para Cooperação de Defesa e Segurança dos EUA o acordo foi avaliado de 200 milhões de dólares, mas general Duda frisou que o valor do contrato será mais baixo, não precisando o montante.Em abril o chefe da administração operacional do Estado-Maior russo, general-tenente Andrei Kartapolov declarou que os EUA planejam equipar os aliados do leste europeu com mísseis de cruzeiro de longo alcance, o que permitirá à aviação da OTAN atingir alvos na Rússia. Segundo Kartapolov, foi por esse motivo que a aliança começou a preparar militares nos Países Bálticos, Polônia Romênia e Bulgária.

segunda-feira, novembro 28, 2016

A Luta 28.11.16


"Israel encomenda 17 caças furtivos F-35 dos EUA" 28.11.16

Israel vai encomendar 17 novos caças stealth F-35 dos EUA, elevando para 50 o número desses aviões dos quais o Estado judeu vai se apropriar nos próximos anos, anunciou neste domingo (27) o escritório do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.O gabinete de segurança israelense deu sinal verde à nova encomenda, acrescentou o comunicado.Israel deve receber a entrega dos primeiros F-35 no mês que vem. Segundo a rádio pública do país, a compra desses aparelhos será financiada pela ajuda militar norte-americana, que foi aumentada em setembro e elevada a 38 milhões de dólares para o período de 2019 a 2018. Ao pedir esta encomenda, o governo “entende agir para reforçar a segurança de Israel e assegurar sua existência nas próximas décadas”, disse Netanyahu à rádio pública.“Israel pode se defender com suas próprias forças contra todos os seus inimigos, seja qual for a distância”, acrescentou o premiê.Os dirigentes israelenses justificaram a aquisição dos F-35 evocando a suposta ameaça posta pelo Irã.Os caças F-35 são capazes de passar despercebidos pelos sistemas de defesa antiaérea do Irã, notadamente os mísseis S-300 que foram recentemente entregues pela Rússia e implantados para proteger a zona nuclear iraniana de Fordo, segundo anunciou no fim de agosto a televisão estatal do Irã.Teerã é considerado por Tel-Aviv o inimigo número um do Estado israelense. O acordo nuclear iraniano assinado em julho de 2015 entre o Irã e o Sexteto de mediadores internacionais resultou no levantamento das sancões internacionais contra o país, que nega querer desenvolver armamentos nucleares.

"Japão vai comprar mísseis Patriot aos EUA por 1,7 bilhões de dólares" 28.11.16

O governo japonês tem planos de alocar 1,7 bilhões de dólares para comprar um novo sistema de defesa antimíssil.Segundo a mídia local informou no domingo (27), a decisão foi tomada em resposta aos lançamentos de mísseis por parte da Coreia do Norte.O portal de notícias Japan News divulgou que Tóquio pretende instalar o sistema de mísseis terra-ar aperfeiçoado Patriot Advanced Capability-3 (PAC-3) da empresa Lockheed Martin. O PAC-3 cobrirá um território em um raio entre 30 e 40 quilômetros, o dobro do alcance dos mísseis que estão em serviço atualmente.As autoridades do Japão, de acordo com os dados da mídia local, também começaram as negociações sobre a possível instalação do THAAD, o sistema antimíssil Defesa Terminal de Área de Alta Altitude. Em setembro, a Coreia do Norte lançou três mísseis balísticos Rodong-1 no mar do Japão, à distância de 1.000 quilômetros, no âmbito da recente série de testes nucleares e de mísseis.

"midía alemã fala da supremacia militar da Rússia" 28.11.16

Ainda há pouco o surgimento do tanque soviético T-34 se considerava como a última revolução na construção de carros blindados, mas, com a chegada do Armata, tudo mudou.O aprimoramento russo 'pegou o Ocidente de surpresa', enquanto os peritos militares das OTAN já estão apelando para acelerar os trabalhos sobre os novos tipos inovadores de veículos com lagartas, diz a revista alemã Stern."O Ocidente ficou bastante para trás. Como permitimos que isso acontecesse?", se questiona o autor do artigo. A resposta é simples: os países-membros da OTAN simplesmente se esqueceram das batalhas clássicas com carros blindados, onde os veículos enfrentavam um rival bem protegido. O hábito de atacar a infantaria vulnerável com todos os canhões anulou a supremacia do equipamento blindado ocidental, afirma o autor. O Armata, por sua vez, demonstra que os engenheiros russos conseguiram escapar a esta armadilha.

"Em cada parágrafo se sente medo", diz a Stern sobre o documento do Ministério da Defesa britânico que mais cedo foi publicado pelo The Telegraph. Mas a preocupação tão evidente é bastante justificada: "O T-14 é simplesmente irreprimível", diz o autor. Mas não é só o tanque que provoca preocupação dos países-membros da OTAN. A plataforma de rastro do carro blindado Armata é universal e já se usa em 5 tipos de blindados russos. Deste modo, "os carros blindados construídos com estes elementos terão as mesmas vantagens que o novo tanque russo", diz-se no artigo. A torre "não tripulada" e a armadura única, pequeno peso e alta velocidade, compacidade e tecnologias radioelétricas de ponta fazem com que o tanque russo seja um rival feroz para os blindados da OTAN. Além disso, a revista destaca os últimos comunicados do Ministério da Defesa russo sobre um drone que acompanhará o T-14 no campo de batalha, o que torna o Armata uma plataforma de combate "interativa" e exclusiva.

explode a luta popular na índia 28.11.16






" Destituição do sistema de Estado no Oriente Médio criou um novo centro de poder " 28.11.16

A destituição do sistema de Estado em uma série de países árabes foi responsável pela criação de um novo centro de poder no Oriente Médio, composto por países não árabes – Irã, Turquia e Israel, acredita o diretor do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências da Rússia, professor Vitaly Naumkin."No início deste século, foi iniciada a destituição do sistema de Estado no Oriente Médio. As consequências desta destituição podem ser tão sérias ao ponto de causar a mudança de fronteiras, sobre isso é discutido hoje em dia. Penso que será uma catástrofe para o Oriente Médio", disse Naumkin durante fórum internacional.Segundo o especialista, atualmente, alguns países são considerados "fracassados" – Síria, Líbia, Egito, parcialmente, Iraque e Sudão do Sul."É desenvolvida uma crise aguda de identidade relacionada a razões internas muito profundas, bem como uma intervenção externa”, sublinhou Naumkin. Naumkin frisa que o colapso do sistema de Estado e a criação de novos países no âmbito da crise atual não são coisas que precisam as nações do Oriente Médio.
"O que estamos percebendo hoje é fruto da mudança do centro de poder na região. Se antes, os três pilares do mundo árabe eram Egito, Síria e Iraque, hoje em dia todos [os três] se enfraqueceram, o 'centro de gravidade' deslocou-se parcialmente em direção aos outros países árabes, como a Arábia Saudita, ou para fora do mundo árabe no Oriente Médio, para os três países que não fazem parte do mundo árabe – o Irã, a Turquia e Israel – que estão ainda mais fortes", disse Naumkin.Contudo, o especialista destacou que estes países também possuem problemas não resolvidos, por exemplo, o conflito palestino-israelense e o problema curdo na Turquia."A incerteza e imprevisibilidade da situação no Oriente Médio, será, com certeza, um fator determinante sobre o qual todos nós precisamos trabalhar, partindo do ponto que precisamos cooperar, principalmente, na luta contra o terrorismo", concluiu o especialista.

sexta-feira, novembro 25, 2016

A Luta 25.11.16

"Irã está disposto a comprar caças russos para contrabalançar o Qatar" 25.11.16

Na agenda do Exército da Irã está a aquisição de novos caças, disse o general de brigada do exército iraniano Ahmad Reza Purdastan. O exército iraniano planeja modernizar as capacidades da sua Força Aérea comprando novos caças, cita mashreghnews.ir as palavras de Purdastan.Analistas apontam que a declaração do general iraniano foi feita depois de, na semana passada, o Qatar ter anunciado um acordo multibilionário com os EUA para compra de 72 caças americanos de quarta geração F-15QA, bem como dos respetivos equipamentos e armamentos, informou mashreghnews.ir. De acordo com o observador permanente da Sputnik Persa e editor-chefe do jornal Iran News Emad Abshenass, o desejo do Irã de modernizar o arsenal militar de seus caças é plenamente justificado, porque devido às ameaças e desafios permanentes, é necessário criar um equilíbrio das forças militares na região e garantir a segurança.A Rússia pode ajudar o Irã nesse sentido, continua Abshenass:"Sem dúvida que a Força Aérea do Irã precisa de atualização e modernização. Hoje, a Rússia é um dos principais fornecedores de aviões militares no mercado global. Recentemente, a Força Aeroespacial russa mostrou um potencial invejável no decorrer do oitavo salão aeronáutico internacional Iran Air Show 2016, que foi realizado recentemente no Irã, na ilha de Kish. Graças às incríveis capacidades técnicas, os caças russos em muitos aspectos superam mesmo os americanos.
Para o Irã, o fato de os países árabes do golfo Pérsico estarem comprando armamentos não é tão importante, porque o principal problema destes países é a incapacidade de usar este equipamento militar moderno e a falta dos respectivos especialistas. Não devemos esquecer que os EUA nunca vão vender a estes países suas tecnologias mais modernas e avançadas. Pelo contrário, serão os modelos de armamento que foram retirados da produção, ou não são usados pelos EUA. Ao mesmo tempo, como jogada de marketing, à opinião pública mundial será dada a informação que esses caças são do último modelo. Se alguns armamentos são fornecido aos países árabes do Golfo Pérsico, eles são inúteis para esses países. Eles não têm nem pilotos qualificados, nem especialistas técnicos que os possam pilotar ou fazer os serviços de manutenção do equipamento militar. Por esta razão, o Irã não o leva muito a sério. Além disso, agora o Irã está negociando com a Rússia a compra de armamento russo, que em grande parte vai ultrapassar os modelos que o Qatar compra nos Estados Unidos. Tanto mais que o Irã tem seus próprios pilotos nacionais capazes de pilotar estes modelos modernos de aviões militares.Durante a intervenção militar no Iêmen, as forças aéreas da Arábia Saudita e do Qatar, tendo à sua disposição os caças e bombardeiros mais avançados norte-americanos, não foram capazes de alcançar seu objetivo e atingir o resultado desejado. Além disso, os aliados tiveram que pedir a ajuda de pilotos israelenses e americanos para simplesmente fazer arsenal militar levantar voo, porque não puderam combater a resistência do povo iemenita, mesmo com uma menor quantidade de armamento obsoleto.Em geral, o Irã, como muitos outros países, pretende ter os aviões mais novos e modernos no seu arsenal. O objetivo principal do Irã é a atualização da sua frota aérea recorrendo ao armamento de fabricação russa.Isso é natural, porque o Irã está num anel de resistência a muitos inimigos, que todos os dias lançam novos desafios e ameaçam atacar o nosso país. Portanto, o Irã, se tivermos em conta todas estas ameaças, tem o direito total de possuir um complexo defensivo poderoso para proteger suas fronteiras".

"Lockheed Martin recebe encomenda de 90 jatos F-35 para EUA e aliados" 25.11.16

A Lockeed Martin ganhou um contrato no valor de 7,2 bilhões de dólares para produzir 90 jatos F-35 para a Força Aérea dos Estados Unidos, Corpo de Fuzileiros Navais e também para forças armadas de países aliados, informou o Departamento de Defesa.Em nota, o Pentágono explicou que o contrato modifica um acordo feito anteriormente. Os trabalhos de projeto, pesquisa e produção, que deverão atender a demandas específicas de cada cliente, serão desenvolvidos nos estados de New Hampshire, Maryland, Flórida, Texas e Califórnia, e também no Reino Unido e no Japão.  A expectativa, de acordo com a Defesa norte-americana, é a de que as aeronaves fiquem prontas em março de 2020. De acordo com a Bloomberg, o Pentágono fez um pagamento hoje de 1,3 bilhão de dólares à Lockeed Martin para manter a produção dos aviões.

"EUA muniram exército do Iêmen antes mesmo da guerra contra houthis" 25.11.16

Iêmen e a militarização das rotas marítimas estratégicas
Geopolítica da guerra dos EUA no Iêmen e Novo Front contra o Irã
O site WikiLeaks publicou mais de 500 documentos da embaixada dos EUA no Iêmen. Neles, foram encontradas provas de que Washington muniu, treinou e financiou soldados antes mesmo da guerra contra os houthis iniciar."Em particular, os documentos mostram a prática de fornecimento de diferentes armamentos — aviões, navios, veículos… e recebimento pelo Iêmen dos sistemas biométricos norte-americanos", de acordo com o site WikiLeaks.Os documentos são de 2009 até o início do conflito, ou seja, março de 2015. Como relata o WikiLeaks, a guerra no Iêmen começou quando a secretária de Estado era Hillary Clinton e continuou quando ela foi substituída por John Kerry. A embaixada dos EUA no Iêmen fechou as portas em fevereiro de 2015 — um mês antes do início da guerra, fato lembrado pelo WikiLeaks.Desde 2014, Iêmen é palco de um conflito armado. Em 2015, as forças da coalizão árabe entraram no conflito como oposição. Um dos grupos inimigos é formado por uma parte do exército — os rebeldes-houthis do movimento xiita Ansar Allah, comporto por integrantes leais ao ex-presidente, Ali Abdullah Saleh. Os outros envolvidos fazem parte das tropas do governo e milícias que são leais ao atual presidente, Abd Rabbo Mansour Hadi, e recebem apoio das forças dos EUA e da coalizão Árabe, liderada pela Arábia Saudita. Os bombardeios da coalizão são responsáveis pela morte constante de muitos civis.

explode a luta popular na Turquia 25.11.16







quarta-feira, novembro 23, 2016

A Luta 23.11.16

"Armada do Reino Unido tenta se manter à tona perante modernização de navios russos" 23.11.16

A Marinha Real Britânica está enfrentando uma situação bem complicada: seu número de navios de guerra foi considerado como lamentavelmente baixo.Tal conclusão foi expressa no relatório da comissão parlamentar especial do Reino Unido. Esse fato poderá alterar o equilíbrio de forças na região, afirma Robbie Gramer, autor de um artigo para a edição Foreign Policy."Nas últimas décadas, o número de navios de escolta está sempre diminuindo", constatou o presidente da comissão parlamentar Julian Lewis.Ao mesmo tempo, Lewis destacou que no momento a frota britânica não dispõe de número suficiente de efetivos para realizar todas as missões previstas.Entretanto, o programa de modernização da Armada britânica tem feito poucos progressos – em janeiro de 2016 foi anunciado que os seis destróieres tipo 45 (os navios britânicos mais modernos) devem se submeter a melhorias adicionais devido às avarias constantes, aponta Gramer. O relatório classifica de "inaceitável" a situação dos navios de guerra do Reino Unido, mas isso poderá ter um caráter temporário.
Gramer ressalta que no futuro o equilíbrio de forças na região poderá sofrer grandes alterações. Na opinião dele, a OTAN perderá seu peso se a Armada russa se reforçar. 
Segundo Gramer, um exemplo é o grupo naval russo chefiado pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov que recentemente se dirigiu para o Oriente Médio. Além disso, segundo ele, a Rússia tem seu próprio programa de modernização da frota que lhe permite competir com as armadas dos países da OTAN.

EUA-Reino Unido: O par explosivo do 2º semestre de 2010
-Verão de 2010, a batalha do Banco da Inglaterra
-Inverno de 2010, o Fed enfrenta o risco de falência

Do golpe de Estado da Eurozona ao isolamento trágico do Reino Unido
http://resistir.info/crise/geab_45.html

terça-feira, novembro 22, 2016

A Luta 22.11.16

"Índia testa míssil balístico com sucesso" 22.11.16

Os militares indianos realizaram com êxito na segunda-feira (21) dois testes do míssil balístico Prithvi-II, de produção indiana, que pode transportar ogivas nucleares, informou a agência PTI.O primeiro lançamento foi realizado às 9h35 (horário local) a partir do polígono de Chandipur, no estado de Orissa. O segundo lançamento foi realizado alguns minutos depois.Esta é já a terceira fase de testes do míssil Prithvi neste ano. Os anteriores ensaios foram efetuados em fevereiro e maio. O míssil Prithvi terra-terra pode levar cargas nucleares, incluindo ogivas nucleares de 500 Kg a uma tonelada cada. O seu alcance é de 350 quilômetros e o peso atinge 4,6 toneladas. O míssil é construído pela Organização de Investigações e Desenvolvimento da Defesa (DRDO, em sigla inglesa). Prithvi-II é o primeiro míssil desenvolvido pela DRDO no âmbito de programa indiano de desenvolvimento de mísseis.

segunda-feira, novembro 21, 2016

A Luta 21.11.16

domingo, novembro 20, 2016

A Luta 20.11.16

sexta-feira, novembro 18, 2016

A Luta 18.11.16