quarta-feira, janeiro 18, 2017

A Luta 18.01.17

“Os EUA aspiram a uma ditadura mundial do capital financeiro” 18.01.17

“Os EUA aspiram a uma ditadura mundial do capital financeiro”

explode a luta popular na índia 18.01.17










terça-feira, janeiro 17, 2017

A Luta 17.01.17

" EUA intensificam corrida submarina construindo novos navios " 17.01.17

Os EUA estão desenvolvendo submarinos nucleares de nova geração (da classe Columbia) para serem os submarinos "mais silenciosos e menos detectáveis na história mundial".O analista militar Igor Kudrin, fala em entrevista à Sputnik Internacional desse novo submarino e sobre as capacidades dos submarinos de mísseis modernos.Chamados pela mídia americana de "submarinos do século XXI", os submarinos (da classe Columbia) irão substituir os submarinos de mísseis estratégicos existentes (da classe Ohio) que foram construídos durante os anos 80 —90. Os EUA planejam construir 12 submarinos desse tipo, com o primeiro ficando disponível em 2021."Um novo submarino é sempre a continuação de projetos anteriores, no caso do Columbia ele irá continuar onde parou o projeto Ohio. Irá dispor de eletrônica mais avançada e será armado com uma versão modernizada e de maior alcance do míssil Trident", apontou Igor Kudrin.A Rússia conta com três submarinos nucleares estratégicos de quarta geração: Yuri Dolgoruky, Aleksandr Nevsky e Vladimir Monomakh. A Marinha russa planeja ter na sua frota dez submarinos nucleares estratégicos da classe Borei até 2020.Igor Kudrin destacou que os submarinos nucleares modernos apareceram graças às muitas décadas de competição entre as marinhas da Rússia e dos EUA.
"Durante a Guerra Fria, nós ficávamos para trás dos americanos nas nossas capacidades de guerra eletrônica. No início dos anos 90, os nossos submarinos já eram tão silenciosos como os americanos e era difícil os detectar, além disso, nossos submarinos da classe Yasen são mais silenciosos e estão melhor armados do que os seus análogos dos EUA", explicou Kudrin.Ele acrescentou que essa é a razão por que os americanos avançam na área de desenvolvimento de submarinos da classe Columbia, bem como na modernização de submarinos das classes Seawolf, Virginia, etc.Está decorrendo uma corrida submarina. Nós estamos à frente agora, mas eles tentam nos alcançar. Os americanos cometeram um erro grande quando trocaram completamente seus submarinos a diesel por nucleares. Mas não o fizemos e ainda usamos submarinos não nucleares com sistemas de propulsão anaeróbicos, observou o especialista."Ficando atrás dos EUA em eletrônica, aprendemos a detectar seus submarinos pelas suas esteiras e os americanos não o conseguem fazer", adicionou.Falando sobre drones submarinos, Igor Kudrin disse que submarinos tripulados são o futuro da guerra submarina."Não acredito em submarinos não tripulados. Eletrônica nos dá dicas, mas são as pessoas que agem de acordo com esses dados. Se tiver alguém que use bem a eletrônica, tanto melhor para você", afirmou.Mais cedo neste mês, o Pentágono anunciou oficialmente o programa da Marinha com maior prioridade, no valor de 125 bilhões de dólares, para comprar 12 submarinas nucleares avançados.Entretanto, o orçamento aprovado pelo Senado no fim de 2016 autoriza 773 milhões de dólares para esse programa.O início da construção de navios submarinos de mísseis balísticos da classe Columbia está marcado para 2021. Os submarinos, de 171 metros de comprimento, têm um conjunto de unidades propulsoras, incluindo motor elétrico turbo, nuclear e hidrojato.Os submarinos podem ser equipados com 16 misseis balísticos Trident D5 de lançamento por submarinos. Segundo se relata, os Trident D5 permitem aos navios dos EUA e Grã-Bretanha conseguir a dissuasão nuclear com menor quantidade de submarinos e são quase tão precisos como os misseis balísticos de baseamento terrestre.

segunda-feira, janeiro 16, 2017

A Luta 16.01.17

domingo, janeiro 15, 2017

A Luta 15.01.17

"Temendo fracasso com Irã, Reino Unido e Emirados Árabes realizam exercício militar" 15.01.17

As duas nações começaram os movimentos hoje, mas não divulgaram onde eles estão acontecendo nem até quando vão durar.Em meio a incertezas quanto ao futuro do acordo nuclear com o Irã, Reino Unido e Emirados Árabes começaram hoje, um exercício militar.A agência estatal WAM dos Emirados Árabes não confirma até quando e onde serão realizados os exercícios militares. A posição estratégica do país, próximo ao estreito de Ormuz que  concentra grande quantidade de petróleo e do qual o Irã já ameaçou fechar, torna as manobras ainda mais significativas. Enquanto isso, na eminência da posse de Donald Trump, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, já anunciou que o país não aceitará rediscutir termos do acordo. A mudança em algumas cláusulas é promessa de campanha do republicano.


sábado, janeiro 14, 2017

14.01.17

explode a luta popular na Espanha 14.01.17









sexta-feira, janeiro 13, 2017

A Luta 13.01.17

" Invencibilidade das Forças Armadas dos EUA é um mito " 13.01.17

Segundo escreve o autor do artigo publicado pela edição The Week, o mito sobre a invencibilidade dos EUA pode ser desmontado por qualquer adversário suficientemente "experiente e audaz".Antes da Segunda Guerra Mundial, a França era considerada invencível até à sua invasão pelos nazistas. Os EUA enfrentam uma situação parecida, destaca o autor do artigo da The Week, e podem perder sua reputação devido a algumas razões.Em primeiro lugar, os Estados Unidos constroem demasiados porta-aviões sem se darem conta que as técnicas de combate usando esses navios não mudaram desde meados do século XX."Até hoje, a vantagem dos porta-aviões dos EUA significava que, por exemplo, qualquer tentativa da China de ocupar Taiwan seria loucura. Agora isso parece quase um convite: a China, com seus mísseis balísticos antinavio, pode afundar metade da frota dos EUA antes de ela se aproximar da ilha", diz o artigo.Em segundo lugar, a Rússia e a China estão alcançando os EUA em termos de tecnologias stealth na construção de caças. Se trata tanto de seus próprios aviões, como de tecnologias que permitem detectar aeronaves americanas.Desde o início dos anos 90, a Força Aérea dos EUA se focou no desenvolvimento de tecnologias stealth, mas agora ela precisa de algo de diferente, declara o autor. Para além disso, os estrategistas americanos não conseguem realizar o conceito da Guerra Centrada em Rede do jeito que eles querem.
No âmbito desta guerra, os militares estão ligados entre si por redes, e isto permite se orientarem na situação de modo mais rápido. Durante a guerra no Iraque este sistema funcionou, mas com falhas."Pode ser que eles esperassem essas falhas. Ou talvez isso revele a tendência do Pentágono para assinar contratos de produção de tecnologias caríssimas e ambiciosas que não funcionam", pressupõe autor.De acordo com ele, se ele estiver certo em pelo menos um dos pontos, isto significa que os EUA são vulneráveis a um ataque destruidor, tal como a França em 1940. "Se eu sei disso, tenho certeza que Moscou e Pequim também sabem", conclui o autor.

explode a luta popular no Iraq 13.01.17








"Obama, o criminoso de guerra carrasco de mulheres e crianças" 11.01.17

"Obama, o criminoso de guerra carrasco de mulheres e crianças"

"Japão tenta contrabalançar EUA e China na região Ásia-Pacífico?" 13.01.17

Na quinta-feira (12), o primeiro-ministro do Japão visitou Manila, Filipinas se tornando o primeiro país da visita. Além deste país, o ministro planeja visitar Indonésia, Austrália e Vietnã."O momento para esta viagem parece propício. O ano que começa não promete ser simples para o ambiente de segurança no Círculo do Pacífico. É muito provável que a nova administração norte-americana, que vai assumir funções já na próxima semana, pretenda compensar o que ela considera como ‘fraqueza’ da política de Obama na Ásia. […] As declarações do candidato ao posto de novo Secretário de Estado Tillerson nas audições do Senado criaram receios sérios de uma nova escalada. Isso se refere especialmente às ameaças de limitar o acesso da China às suas bases nas ilhas Spratly no mar do Sul da China", comentou à Sputnik Japão o analista do Centro de Desenvolvimento Estratégico Anton Tsvetkov.Segundo ele, Pequim já começou demonstrando suas intenções decididas. Assim, na China foi elaborado o livro "Discurso político da China em relação à parceria estratégica na região do Círculo do Pacífico” que contém a visão chinesa da segurança na região e onde se apela aos países da região para se absterem da "mentalidade da Guerra Fria", dando preferência às parcerias."A escolha dos países de destino da viagem fita coincide com essa categoria de países que têm um papel significante no equilíbrio de forças na região. […] Filipinas é país-chave na disputa sobre as ilhas no mar do Sul da China. […] Austrália e Indonésia são países-chave para a segurança regional. […] A última parte da visita será ao Vietnã, que manobra entre os países médios e grandes da região", acrescentou Tsvetkov.O analista ressalta que, em ambiente de incerteza por parte de Washington, Abe assume o papel de jogador ativo na região, tentando mostrar que "há alternativas à influência da China".  Entretanto, o analista acrescenta que Abe têm que agir cuidadosamente para não "irritar" Pequim.

quarta-feira, janeiro 11, 2017

A Luta 11.01.17

" O fim da União Europeia " 11.01.17

" O fim da União Europeia "
http://resistir.info/europa/sapir_fim_da_ue_06jan17.html

terça-feira, janeiro 10, 2017

A Luta 10.01.17

segunda-feira, janeiro 09, 2017

A Luta 09.01.17

"Jornalista italiano explica qual poderá ser o grande jogo de 2017" 09.01.17

Militares não param de dizer que "a Rússia se está preparando para a guerra". Constatar isso seria a mesma coisa que anunciar que a OTAN realiza preparativos sérios para uma guerra com a Rússia.Por todo o lado surgem dados que a guerra poderia começar, provavelmente, na fronteira entre a Rússia e a Lituânia.No seu artigo patra à Sputnik Itália, Giulietto Chiesa, jornalista italiano independente, compartilhou sua opinião sobre o atual cenário militar no mundo. Ele ressalta que na fronteira entre os Países Bálticos e a Rússia está sendo instalado um exército inteiro que, segundo as estimativas da mídia alemã e americana, conta com pelo menos cinco mil homens, além de 2,5 mil tanques e outro material bélico."Tudo isso custa bilhões. Mas para quê? Para estar em plena prontidão de combate dentro de meio ano, segundo o chefe do Estado-Maior General do Exército da Alemanha, Volker Wicker", explica o jornalista.Na opinião de Chiesa, a CIA, o Pentágono e a OTAN não podem aceitar a derrota em todas as frentes, não só militares, mas também políticas e diplomáticas. Trata-se da Ucrânia, Síria, Turquia.As consequências dessa derrota para a coalizão ocidental parecem desastrosas por várias razões, afirma o jornalista italiano."Ficou claro que é possível recuperar a paz sem participação do Ocidente. Todo o mundo árabe compreende que o domínio americano está perdendo sua dominação. Está surgindo uma frente conjunta de sunitas e xiitas", frisa.Chiesa vê claramente a linha do terrorismo, que parece chegar diretamente dos escritórios ocidentais, interligando o assassínio do embaixador russo em Ancara (como uma espécie de castigo para a Rússia) e o ato terrorista na boate em Istambul (como castigo para Erdogan).
Além disso, o jornalista italiano acredita que na Europa está aumentando a tensão na véspera das eleições na França e Alemanha e, possivelmente, na Itália. Ao mesmo tempo a Europa financiada por bancos norte-americanos está submergindo na histeria antirrussa e anti-islâmica. Atualmente estão metendo medo com os hackers russos, mas depois se seguirão atos terroristas mais duros contra civis, escreveu Chiesa para a Sputnik Itália. "O problema dos europeus é parecido com o dos [norte-]americanos, não podem reagir passivamente a serem assustados e expostos à violência dos últimos três anos. Aumenta a diferença entre as pessoas quanto à informação da mídia convencional, aumenta a desconfiança das pessoas nos políticos", opinou. "O jogo parece mais transparente, e agora se vê que os jogadores continuam os mesmos, embora sob bandeiras diferentes", conclui.

"Paquistão lança míssil submarino capaz de levar ogiva nuclear" 09.01.17

O Exército do Paquistão realizou, pela primeira vez, o lançamento submarino de um míssil de cruzeiro que é capaz de transportar ogiva nuclear.O lançamento do míssil de cruzeiro Babur 3 foi realizado a partir de submarino em local não divulgado do oceano Índico."O míssil tem capacidade para transportar diferentes tipos de ogivas nucleares e assegurará ao Paquistão a possibilidade realizar ataques de resposta", cita a agência Reuters declarações dos militares paquistaneses.Segundo diz o comunicado, o míssil de baseamento submarino Babur 3 é uma modificação do míssil terrestre Babur 2 que tem um alcance de 450 quilômetros.


sexta-feira, janeiro 06, 2017

A Luta 06.01.17

explode a luta popular no Iraq 06.01.17






quinta-feira, janeiro 05, 2017

A Luta 05.01.17

quarta-feira, janeiro 04, 2017

A Luta 04.01.17

terça-feira, janeiro 03, 2017

A Luta 03.01.16

"O Pentágono faz a volta ao mundo" 03.01.17

 "O Pentágono faz a volta ao mundo"
"Não à reforma belicista da Constituição italiana" 
"A herança do democrata Barack Obama"

segunda-feira, janeiro 02, 2017

A Luta 02.01.17

explode a luta popular no Paquistão 02.01.17